Marcio Mariguela

Psicanálise & Filosofia

Arquivo para novembro, 2010

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CONVITE PARA O DIÁLOGO CINEMÁTICO

PROJETO PSICANÁLISE EM EXTENSÃO CONVIDA PARA 6ª SESSÃO DE DIÁLOGO CINEMÁTICO

 

FILME:  A Single Man – Direção: Tom Ford (EUA – 2009)

Sábado – 27/Nov/2010 – 15h – Entrada Franca – 25 vagas

Mediação: Maria Thereza Fink  (psicanalista, membro do Grupo de Estudos em Psicanálise de Rio Claro).

Local: Clínica de Psicanálise de Piracicaba

Rua Prudente de Moraes, 1314 – Bairro Alto – Piracicaba/SP

Inscrição por email: mmariguela@gmail.com

“A moda é muito efêmera. Os filmes são permanentes, mais até do que as pirâmides. Um filme é um projeto de design mais completo, porque você precisa criar um mundo, os personagens, quem morre e quem vive. E esta é a coisa mais pessoal que já fiz e a mais artística”. – Tom Ford

“Em nossa relação às coisas, tal como constituída pela via da visão e ordenada nas figuras da representação, algo escorrega, passa, se transmite, de piso para piso, para ser sempre nisso em certo grau elidido – é isso que se chama o olhar. (…) Na medida em que o olhar, enquanto objeto a, pode vir a simbolizar a falta central expressa no fenômeno da castração, e que ele é objeto a reduzido, por sua natureza, a uma função punctiforme, evanescente – ele deixa o sujeito na ignorância do que há para alem da aparência”.  – Jacques Lacan in: Seminário 11 – Os quatro conceitos fundamentais da psicanálise       

cena do filme

“Onde penso não sou, sou onde não penso.” Este aforismo do psicanalista Jacques Lacan refere-se ao sujeito do inconsciente. O sujeito advém, faz sua emergência, na cadeia de significantes que o constitui numa falta-a-ser. O ser é nomeado, significado, designado. O olhar é dirigido pelas aparências, o que aparece, o fenômeno. Pelo olhar vamos criando identidades, formando subjetividades. O acontecimento, com sua potencia acidental, faz ato e inscreve novas possibilidades inventivas.

Sinopse: Dilacerado pelo trágico acidente que subtraiu a vida de companheiro/amante, George Falconer (Colin Firth) mantém as aparências. Visto pelos amigos como um homem no controle de suas emoções, este professor de inglês cada vez mais percorre os limites de suportabilidade de sua dor, planejando cada passo do suicídio.. Num  dia crucial de 1962, vê no limite da sua vida. Aos poucos vai descobrindo os ecos do passado no presente e vislumbrando versões alternativas para o futuro – incluindo a forte possibilidade de nenhum futuro para si mesmo. Poderosamente visual e intensamente pessoal, A Single Man [no Brasil lançado com o título: “O Direito de Amar”] é a primeira experiência cinematográfica do clássico estilista, Tom Ford. O roteiro foi inspirado no romance homônimo do escritor inglês Christopher Isherwood, publicado em 1964. O filme demonstra como uma perda inesperada ressoa no amor que liberta: mesmo depois que o objeto amado vai embora.

cena do filme

 Visite o site oficial do filme:  http://www.asingleman-movie.com/#/home

Assista o Trailer: http://www.youtube.com/watch?v=aypyJtHzC70&feature=fvw

Assista o clipe da musica I dont have anything (Vast): http://www.youtube.com/watch?v=fz3mNtTJCBk

Leia uma crítica: http://cosmo.uol.com.br/blog/blog_post.php?post_id=17039&blog_id=28